Resenha: Private Suspeito Nº 1

James Patterson, um escritor de livros policiais, mas que escreve estórias esquecíveis que não agregam em nada o gênero policial.

Sinopse:
A melhor agência de investigação do mundo enfrenta uma grande crise.
Jack Morgan é dono da Private, uma renomada agência de investigação que tem entre seus clientes algumas das pessoas mais ricas e poderosas do mundo. Ao voltar para casa de uma viagem de negócios, ele encontra a ex-namorada morta em sua cama, com um tiro á queima-roupa. Para a policia, Jack é o principal suspeito.
Os agentes trabalham sem descanso
A equipe de investigadores, técnicos e cientistas da Private está ás voltas com o caso de um jovem astro do cinema, acusado de estrupa uma menor de idade. Ao mesmo tempo é acionada pela dona de uma rede de hotéis para investigar um misterioso assassinato em um de seus estabelecimentos. Além disso, um mafioso de Los Angeles precisa de ajuda e decide que é hora de cobrar um favor de Jack.
Resta Pouco tempo para Salvar a Private.

Resenha:


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James Patterson
Como disse na resenha anterior James Patterson, a cada livro vai perdendo as suas características de exímio escritor que o consagrou no final da década de 1980 e inicio da década de 1990, hoje escreve histórias esquecíveis, que mais parece aqueles episódios semanais do CSI, Criminal Minds e outras séries policiais.

É fato que ter a missão de escrever 12 livros por ano é difícil. No caso de Patterson se torna "menos difícil", por ele contar com inúmeros colaboradores que terminam o livro. No caso Patterson escreve um breve resumo de 80 páginas no máximo então os seus colaboradores terminam o livro.

Antes tenho que elogiar o excelente prologo que temos no livro dá pra empolgar qualquer um, só que no decorrer do livro caímos naquele velho clichê.

Jack Morgan é dono da Private ( da qual herdou de seu falecido pai), ela é a maior agência de investigação do mundo, ao voltar pra sua casa ele tem uma surpresa a sua ex-namorada está morta e todas as suspeitas recaem sobre ele, então como a policia e quase ninguém acredita nele ele parte sozinho para  a investigação do crime.

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Maxine Paetro co-autora do livro.
Ao mesmo tempo a agência é acionada por uma dona de hotéis porque um de seus hospedes foi assassinado. Em se tratando de ação o livro está repleto mais em se tratando de aprofundamento na vida do nosso personagem principal não há nada. Como disse os livros ,de Patterson viram os famosos livros "esquece". Você ler mais depois de ter virado a última página, esquece totalmente do que foi lido, uma pena.

Em livros policiais esperamos inúmeros corpos, aquela velha explicação cientifica e inúmeras reviravoltas para ficarmos presos na trama. Bom os corpos tem, a explicação cientifica tem, contudo de forma bem superficial, parece que o autor quisesse encurta ao máximo a estória. isso explica as poucas 219 páginas, distribuídos em 127 capítulos (não estou dizendo que livros curtos não podem ser bons, há inúmeros livros curtos com estórias incríveis) tenho consciência que Patterson junto com a sua parceira de escrita  Maxine Paetro quiseram criar uma estória mais ágil com muito ação contudo erraram por não criarem aquele clima de tensão comum em livros policiais. 

Enfim, se você que um livro com ação (bastante) esse livro é ótimo. Já se você é um daqueles tradicionais que gostam da evolução da investigação esse não é o livro apropriado. 


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