Resenha: Cérebro
Sinopse: Fatos estranhos acontecem no Centro Médico da Universidade de Hobson. Mulheres desaparecem misteriosamente. Em nome da ciência e pesquisa médica, mulheres são barbaramente assassinadas. No necrotério do hospital, oculto no fundo de uma gaveta, acha-se o cadáver de uma mulher cujos órgãos estão inteiros, mas ao qual falta o cérebro, Martin Philips (assistente-chefe de Neuro-Radiologia) e Denise Sanger, linda e jovem médica-residente, são envolvidos num verdadeiro turbilhão de acontecimentos, tendo com eles um segredo muito mais terrível do que suas pavorosas fantasias.
Resenha:
Imagine você dar entrada em centro médico, e sair de lá em uma maca? Bom ninguém imagina isso, porém algumas estudantes universitárias vão a uma clinica de ginecologia para um exame de rotina, tempos depois elas apresentam o mesmo tipo de sintoma e simplesmente desaparecem.
Em paralelo a isso o Neuro-radiologista, Martin Philips junto com um amigo aprimoram um computador, essa computador será usado para o aprimoramento de doenças neurológicas, só que ao radiografar a cabeça de uma das pacientes supostamente morta na sala de cirurgia, algo estava faltando nela.
Então junto com Denise Sanger, uma médica residente do hospital e sua amante, vão ao necrotério para ter certeza daquilo que Philips tinha suposto, então ele estava certo, o corpo estava sem o cérebro!
Esse caso por si só já seria estranho, no entanto quanto mais Philips mergulha no submundo do hospital, ele descobre outras casos parecidos, mulheres sem o cérebro, qual é a razão disso tudo?, e a que fim esses cérebros tem? São essas perguntas que ficam na cabeça de Philips e do leitor. Robin Cook é o mestre do gênero que ele próprio popularizou o suspense médico, ele levanta questões polêmicas e atuais (apesar do livro ter sido escrito a mais de 30 anos), confesso que alguns trechos o leitor precisa de estômago para ler as descrições médicas de Cook, como por exemplo a remoção do cérebro de uma das vitimas detalhado minuciosamente por Cook, tanto que deu pra sentir na pele o que a vitima estava passando.
As últimas páginas são frenéticas e angustiantes e quando é revelado ao leitor o porquê de aquilo tudo está acontecendo, um choque se abate, o medo se apodera, tanto o leitor quanto Phillips ficam sem reação contra algo daquele nível, algo inconcebível a mente humana, algo que só Robin Cook consegue fazer.

Belíssima resenha! Atiçou a minha curiosidade e, se eu encontrar o livro por aí, com certeza irei comprá-lo e desfrutar desse "suspense médico".
ResponderExcluirAbraços!
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