Resenha: Assassinato no Expresso do Oriente

         Hoje teremos a resenha de um livro da dama do crime, que é chamada por Agatha Christie. Em sua perfeição cria uma história surpreendente onde o seu desfecho é o seu maior trunfo. 


Sinopse: Pouco depois da meia-noite, uma tempestade de neve para o Expresso do Oriente nos trilhos. O luxuoso trem está surpreendente cheio para essa época do ano. Mas, na manhã seguinte, há um passageiro a menos. Um americano é encontrado morto em sua cabina, com doze facadas, e a porta estava trancada por dentro.


         Pistas falsas são colocadas no caminho de Hercule Poirot para tentar mantê-lo fora de cena, mas, num dramático desenlace, ele apresenta não uma, mas duas soluções para o crime.


“É preciso que se diga: as pequenas células cinzentas esclarecem, mais uma vez, o que parecia insolúvel. Agatha Christie transforma uma história improvável num conto verdadeiro. E mantem os leitores fascinados e curiosos até o final”
Times Literary Supplement



Minha Opinião: Falar de literatura policial sem citar Agatha Christie, é o mesmo do que falar da história do futebol, sem citar Pelé. O livro foi escrito em 1939, só que você se engana se ele for de difícil compreensão como muitos livros escritos na mesma época, o texto flui rapidamente no desenrolar as páginas.

         A história é protagonizada por o nosso querido amigo das “pequenas células cinzentas”, Hercule Poirot. Poirot é um detetive belga que embarca no trem afim de ir a um trabalho, quando uma nevasca faz com que o expresso pare no meio do caminho, o nosso querido detetive desperta-se de seu sono com um barulho, contudo pensa que a nevasca deve ter causado o tal barulho só que ele estava errado.

         Na manhã seguinte quando acorda nota que o passageiro da cabine ao lado M. Ratcheff foi morto com 12 facadas. O Dr. Constatine médico responsável pelo caso nota que os ferimentos na vítima são muitos estranhos. Acontecido isso M. Block antigo amigo de infância de Poirot o convoca para a resolução do crime, e o nosso amigo não tem outra saída senão aceitar o pedido.

         O livro é divido por três partes: Os fatos, os testemunhos, e Hercule Poirot para e pensa.
        
         Na primeira parte são os acontecimentos antes do crime, na segunda parte temos os depoimentos de todos os passageiros sem exceção, cada um são interrogados, com perguntas simples mais capitadas pela mente fértil de Poirot. Já terceira parte inclui as palavras finais do detetive com a solução do crime.

         Eu pensei várias maneiras na resolução do mesmo mais sempre estava errada, quando pensei que era uma coisa era outra, e assim foi até o sensacional desfecho.

         E falando em desfecho, que desfecho, foi extremamente sensacional, eu RECOMENDO!!!!

Comentários

  1. Helisson, este ainda não li mas muita gente diz estar entre os melhores da Agatha. Ano passado li da autora E Não Sobrou Nenhum e o achei espetacular . Um dos melhores do gênero em minha opinião. Já estou seguindo seu blog !

    bomlivro1811.blogspot.com.br

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Resenha: Instrumentos da Noite

Resenha: O Livro do Assassino

Elizabeth Haynes e seus dois livros irônicos